O não planejamento nas ações das empresas públicas é mortal. Escassez de recursos para investimentos em estrutura, falta de pessoal , tecnologia ultrapassada, desconhecimento do todo do ramo e não investimento na estrutura antes de qualquer medida são os principais motivos para a alarmante estatística de descrédito destas empresas.
A raiz do problema está a falta de informações reais, sociais, técnicas e na falta de "planejamento". Para nascer sadia, uma criança necessita de nove meses de gestação. Uma empresa deve ser “gestada” no mínimo por igual período, tempo este dedicado a muita busca de informações para aí sim modificar seu modal e ou ser montada. Não é só no trânsito que a afobação causa tantos erros, e sim em qualquer ramo ou esfera. As consequências do excesso de velocidade do gestor , político ou lider são desastrosas.
Além dos traumas e maus resultados para os indivíduos e para a sociedade tais empresas públicas após o desastre eminente tendem a deixar de existir.
O “fazejamento político” deve ser substituído pelo planejamento. Não importa o que você seja , político experiente, marinheiro político de primeira viagem, vendedor, faxineiro, ou o que quer que seja , você tem de planejar, não deve mexer na estrutura consolidada e sim na forma de pensar e agir. Colocar o planejamento e a busca de informações reais e comparativas em primeiro lugar é o primeiro passo para ser bem sucedido na transformação, há de se ouvir opiniões diversas, se averiguar os impactos e buscar a solução que melhor se mostre para todos. Se o caminho parece meio nebuloso, retroceder é uma medida sábia. Exageros, afobações e interesses políticos acima dos sociais e logísticos são mortais.
Por Alexandre Trindade

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