sábado, 6 de abril de 2013

Um mau que cerca aos agentes de trânsito e quase ninguém se importa.








A SINDROME DE BURNOUT.


A síndrome de burnout, ou síndrome do esgotamento profissional, é um distúrbio psíquico descrito em 1974 por Freudenberger, um médico americano. O transtorno está registrado no Grupo V da CID-10 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde).

 Sua principal característica é o estado de tensão emocional e estresse crônicos provocado por condições de trabalho físicas, emocionais e psicológicas desgastantes. A síndrome se manifesta especialmente em pessoas cuja profissão exige envolvimento interpessoal direto e intenso.

 Profissionais das áreas de educação, saúde, assistência social, recursos humanos, agentes penitenciários, bombeiros, policiais, agentes de trânsito e mulheres que enfrentam dupla jornada correm risco maior de desenvolver o transtorno.

 Sintomas O sintoma típico da síndrome de burnout é a sensação de esgotamento físico e emocional que se reflete em atitudes negativas, como ausências no trabalho, agressividade, isolamento, mudanças bruscas de humor, irritabilidade, dificuldade de concentração, lapsos de memória, ansiedade, depressão, pessimismo, baixa autoestima. Dor de cabeça, enxaqueca, cansaço, sudorese, palpitação, pressão alta, dores musculares, insônia, crises de asma, distúrbios gastrintestinais são manifestações físicas que podem estar associadas à síndrome.

 Diagnóstico O diagnóstico leva em conta o levantamento da história do paciente e seu envolvimento e realização pessoal no trabalho. Respostas psicométricas a questionário baseado na Escala Likert também ajudam a estabelecer o diagnóstico.

 Tratamento O tratamento inclui o uso de antidepressivos e psicoterapia. Atividade física regular e exercícios de relaxamento também ajudam a controlar os sintomas.

 Recomendações

 * Não use a falta de tempo como desculpa para não praticar exercícios físicos e não desfrutar momentos de descontração e lazer. Mudanças no estilo de vida podem ser a melhor forma de prevenir ou tratar a síndrome de burnout;
 * Conscientize-se de que o consumo de álcool e de outras drogas para afastar as crises de ansiedade e depressão não é um bom remédio para resolver o problema;
 * Avalie quanto as condições de trabalho estão interferindo em sua qualidade de vida e prejudicando sua saúde física e mental. Avalie também a possibilidade de propor nova dinâmica para as atividades diárias e objetivos profissionais.

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quinta-feira, 4 de abril de 2013

CATATÔNICO !

 Este blogueiro se encontra catatônico com o que tem observado nos últimos dias na cidade de SP, portanto sem condições de poder contribuir com sugestões, posts e matérias relacionadas a mobilidade, fluidez , segurança e qualidade de vida. O post se encerra com uma visão deste autor no que diz respeito a gestão:


O não planejamento nas ações das empresas públicas é mortal. Escassez de recursos para investimentos em estrutura, falta de pessoal , tecnologia ultrapassada, desconhecimento do todo do ramo e não investimento na estrutura antes de qualquer medida são os principais motivos para a alarmante estatística de descrédito destas empresas.

A raiz do problema está a falta de informações reais, sociais, técnicas e na falta de "planejamento". Para nascer sadia, uma criança necessita de nove meses de gestação. Uma empresa deve ser “gestada” no mínimo por igual período, tempo este dedicado a muita busca de informações para aí sim modificar seu modal e ou ser montada. Não é só no trânsito que a afobação causa tantos erros, e sim em qualquer ramo ou esfera. As consequências do excesso de velocidade do gestor , político ou lider são desastrosas.
Além dos traumas e maus resultados para os indivíduos e para a sociedade tais empresas públicas após o desastre eminente tendem a deixar de existir.

O “fazejamento político” deve ser substituído pelo planejamento. Não importa o que você seja , político experiente, marinheiro político de primeira viagem, vendedor, faxineiro, ou o que quer que seja , você tem de planejar, não deve mexer na estrutura consolidada e sim na forma de pensar e agir. Colocar o planejamento e a busca de informações reais e comparativas em primeiro lugar é o primeiro passo para ser bem sucedido na transformação, há de se ouvir opiniões diversas, se averiguar os impactos e buscar a solução que melhor se mostre para todos. Se o caminho parece meio nebuloso, retroceder é uma medida sábia. Exageros, afobações e interesses políticos acima dos sociais e logísticos são mortais.

Por Alexandre Trindade

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sexta-feira, 29 de março de 2013

Tenho de reconhecer e elogiar. Investimento recorde na ampliação do Metrô, CPTM .





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Mais metrô, trens e corredores de ônibus. Essa é a prioridade do Governo do Estado de São Paulo, que pretende investir R$ 45 bilhões em transporte de massa sobre trilhos no período 2012-2015. Esses valores serão aplicados da seguinte forma: R$ 4,9 bilhões da Secretaria de Transportes Metropolitanos, R$ 29,9 bilhões no Metrô, R$ 9,4 bilhões na Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e R$ 0,87 bilhão na Empresa Municipal de Transportes Urbanos (EMTU). A contrapartida do Governo do Estado é de R$ 30 bilhões, e o restante será obtido por meio de Parcerias Público Privadas. O aumento na rede do Metrô e da CPTM até 2014 vai aumentar significativamente a amplitude dos serviços - com 402,8 km de transporte público sobre trilhos, sendo 74,3 Km do Metrô e 260,7 Km da CPTM. Ao final de 2014, São Paulo chegará a 402,7 quilômetros, 101,3 do Metrô e 301,4 de CPTM. Trata-se de um acréscimo de 67,7 km - o equivalente a uma viagem de São Paulo a Santos - de novos caminhos sobre trilhos na Região Metropolitana de São Paulo. O número de estações à disposição da população deve crescer proporcionalmente ao aumento da rede: hoje são 153, e a previsão é atingir 186 em 2014. Diminuir o tempo de espera no transporte público do Estado é outra meta. Hoje, a espera média dos trens da CPTM é de 6 a 7 minutos. Em 2014, deve ser reduzida pela metade, 3 a 4 minutos. Para o Metrô, a meta de redução do tempo médio de espera é de 120 para 90 segundos. Até 2014, serão disponibilizados 269 trens, novos ou totalmente reformados.


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Cerca de 4,4 milhões de passageiros utilizam o metrô diariamente em São Paulo. E, para oferecer transporte rápido e de qualidade, o Governo trabalha para ampliar cada vez mais as linhas e composições à disposição dos usuários. Em 2011, já foram entregues quatro estações da Linha 4, Amarela, totalizando 9 km de linhas (Estações Pinheiros, Butantã, Luz e República). Em 2010, foi entregue o primeiro trecho, entre Paulista e Faria Lima, com 3,6 km. Está prevista a entrega de mais 23 estações e 23 km de linha até 2014. A expansão total no período 2011/2014 prevê 30,7 km de linhas e 27 novas estações (quatro já entregues), uma média recorde de 8,5 km por ano. Hoje, o Metrô tem 64 estações em 74,3 km que se prolongam por cinco linhas. A previsão é chegar em 2014 com 87 estações e 101,3 km de linha. No momento, são executadas, simultaneamente, obras de expansão em três linhas: o prolongamento da Linha 2-Verde (monotrilho) de Vila Prudente a São Mateus; implantação da segunda fase da Linha 4-Amarela e extensão da Linha 5-Lilás no trecho entre as estações Largo Treze e Adolfo Pinheiro. A implantação da primeira fase da linha 17 Ouro já tem contrato assinado e já houve a licença ambiental de instalação. Somente em 2011, o investimento previsto no metrô é R$ 4,8 bilhões. Para o período 2012-2015, são R$ 29,9 bilhões. Até 2014, a expansão do Metrô prevê o início das obras das linhas 6-Laranja, 15-Branca e 18 Metrô Leve ABC (Monotrilho). Ao todo, serão 82,5 km de obras de construção de Metrô (considerando os trechos de pátios e desvios, essa extensão chega próxima a 90 km) e 82 novas estações. Novas Linhas e ampliação da malha Linha 4 - Amarela: Essa linha ligará o bairro da Luz ao bairro de Vila Sônia, na Zona Oeste, passando pela região da Consolação, Avenida Paulista e Pinheiros. Com extensão de 12,8 quilômetros e 11 estações, foi dividida em duas etapas: a primeira contemplou a construção e inauguração de seis estações: Butantã, Pinheiros, Faria Lima, Paulista, República e Luz; estrutura das estações intermediárias Fradique Coutinho, Oscar Freire e Higienópolis-Mackenzie; construção e inauguração do pátio de manutenção Vila Sônia. A segunda prevê o acabamento e a inauguração das estações intermediárias: Fradique Coutinho, Oscar Freire e Higienópolis-Mackenzie; construção e inauguração de duas estações: São Paulo-Morumbi e Vila Sônia. Haverá integração com as linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha nas estações Luz, Paulista, e República, respectivamente. A previsão é que a linha esteja totalmente concluída até o final de 2014. Linha 6-Laranja: A futura Linha 6-Laranja, com 13,5 km e 14 estações, deverá transportar cerca de 640 mil passageiros por dia. As obras devem ter início até 2013. Linha 15-Branca: Estudos preveem ligação de 13,5 km entre a Vila Prudente e a Dutra, na divisa com o município de Guarulhos, com 13 estações, e integração à Linha 3-Vermelha na Estação Penha, bem como à Linha 12-Safira da CPTM, na Estação Tiquatira. Previsão de conclusão: 2017. Linha 17- Ouro (Jabaquara-Congonhas-Morumbi) Trata-se da ligação do aeroporto de Congonhas à rede metro-ferroviária, por meio do sistema monotrilho. A linha terá 17,7 km de extensão e 18 estações. Haverá conexões com as linhas 1-Azul (Estação Jabaquara), 4-Amarela (Estação São Paulo-Morumbi) e 5-Lilás (Estação Água Espraiada), bem como à Linha 9-Esmeralda da CPTM (Estação Morumbi). O trecho inicial - Estação Morumbi da CPTM - Aeroporto de Congonhas está previsto para 2014. Investimentos previstos: R$ 3,2 bilhões Metrô chega ao Grande ABC Linha 18 Bronze (Monotrilho) Trata-se da primeira rede metroviária intermunicipal, integrando a Região Sudeste da Região Metropolitana de São Paulo (ABC) com a rede de Metrô. O traçado definido no projeto prevê 20 quilômetros, 18 estações (mais uma estação, Vila Carioca, em estudo), quatro terminais integrados e dois pátios. A previsão é que serão necessários 25 composições para uma demanda inicial de 266 mil passageiros/dia (2015) e 28 trens para demanda de 375 mil/dia (2020). Investimento previsto: R$ 4,1 bilhões. Do total de 151 unidades compradas, 47 novos trens já foram entregues (entre março de 2009 e fevereiro de 2011). Na atual gestão (2011/2014), foram colocados em operação duas novas composições: Uma para a Linha 3-Vermelha e outra para a Linha 1-Azul, entre janeiro e fevereiro de 2011. Redução do intervalo entre os trens Está sendo implantado nas linhas do Metrô o CBTC (Communication-based Train Control). Trata-se do sistema mais moderno no mundo no setor de controle de tráfego de trens que permite o controle da distância, velocidade e quantidade de freios a serem aplicados a cada composição para que se obtenha o máximo de desempenho operacional e o menor intervalo. Investimento de R$ 780,5 milhões.


AnoEstaçõesQuilômetros
Total 2011/201427 novas estações30,7 km
20114 estações na Linha 4-Amarela. Butantã e Pinheiros, República e Luz5,4 km na Linha 4 (não inclusos os 3,6 km entregues em 2010)
20131 estação na Linha 5-Lilás (Adolfo Pinheiro)0,6 km na Linha 5
20145 estações na Linha 4-Amarela: Vila Sônia, São Paulo-Morumbi, Fradique Coutinho, Oscar Freire, Higienópolis-Mackenzie.3,9 km na Linha 4


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Uma das prioridades do Governo do Estado de São Paulo, a malha ferroviária da CPTM transporta, diariamente, mais de 2,7 milhões de passageiros. Firme no propósito de oferecer um transporte ferroviário cada vez mais rápido, moderno e seguro - a exemplo do Metrô. A companhia prevê investimentos de R$ 9,4 bilhões entre 2012 a 2015 para aumentar as linhas, construir e reformar estações, otimizar a infraestrutura, aumentar e recuperar a frota. Ainda em 2011,iniciou a recapacitação da infraestrutura de suas seis linhas, com a implantação de novos sistemas de sinalização, telecomunicações, energia, rede aérea e via permanente. Atualmente, a CPTM tem 254 km de linhas operacionais e 89 estações nas suas seis linhas da Rede Metropolitana de São Paulo. Até o final de 2014, com a implantação de duas novas linhas programadas (Expresso ABC e Linha 13 Jade/Expresso Aeroporto) e a extensão de duas linhas já existentes (8 Diamante e 9 Esmeralda), serão acrescidos 47 novos quilômetros de linha à CPTM, chegando a 301,4 km de rede. O número de estações em atividade vai subir das atuais 89 para 97. Desde 2006, a CPTM encomendou 105 trens novos, sendo que até julho de 2012, 74 já foram entregues. A previsão da CPTM é que os outros trens sejam entregues gradativamente até o final de 2013. Em agosto de 2012 o governador Geraldo Alckmin autorizou a compra de mais 65 novos trens. Com isso, será possível reduzir os intervalos nas seis linhas para até três ou quatro minutos com a implantação de novo sistema de sinalização. Hoje, a média é de seis a sete minutos. O investimento total é de R$ 2,75 bilhões. Até 2014, devem ser reconstruídas ou reformadas 50 estações da companhia. Duas novas Linhas previstas pela CPTM até 2014 • A linha 13-Jade - Expresso Guarulhos ligará o município de Guarulhos à rede de transporte sobre trilhos da CPTM e o Metrô. Investimento: o valor de investimento para a implantação da obra, incluindo toda infraestrutura de operação e trens, está estimado em cerca de R$ 1,2 bilhão. A obra deve estar concluída até o final de 2014. • Expresso ABC - Linha de 25,2 km e seis paradas - Luz, Brás, Tamanduateí, São Caetano, Santo André e Mauá. Trafegará paralelamente à Linha 10 da CPTM, diminuindo em 35% o tempo de viagem entre as estações Luz e Mauá, isto é, de 37 minutos para 25. A obra deve aumentar o fluxo de pessoas no ramal de 260 mil para 600 mil por dia. Investimento: a obra (com a aquisição de 11 trens) está estimada em R$ 1,2 bilhão.

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 A retomada dos trens regionais Trata-se de um dos principais projetos do Estado para resgatar o serviço de ligações ferroviárias com os novos padrões de desempenho e qualidade. Para a implantação desses serviços, estão sendo contratadas empresas para desenvolver o projeto funcional e os estudos de viabilidade técnica, operacional, ambiental, de inserção urbana, consolidação de demanda, além do estudo econômico que indicará a melhor opção para a modelagem financeira desses empreendimentos. As principais iniciativas nessa direção são: • São Paulo-Santos - o edital para contratação de estudos e elaboração do projeto funcional já foi publicado, e as propostas técnicas e de habilitação foram abertas. O material está em análise na CPTM, para depois abrir para as propostas comerciais. • São Paulo-Sorocada - a licitação para contratação do estudo já foi concluída. Está sendo desenvolvido o projeto funcional, bem como a avaliação de alternativas de traçados, podendo ser considerados trechos parciais da antiga linha Sorocabana/Fepasa.

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O prazo para o projeto funcional é junho de 2012. O custo do projeto é de R$ 1 milhão. • Expresso Jundiaí - a CPTM trabalha no edital de licitação para contratar os projetos básico, executivo e de estudos ambientais do Expresso Jundiaí. Com 45 km de extensão e tempo de percurso estimado em 25 minutos, o Expresso atenderá à necessidade de deslocamento da população entre Jundiaí, importante polo regional, e à cidade de São Paulo, como um meio de transporte rápido, econômico e não poluente. O início das obras está previsto para o fim de 2013 e a entrega da obra, em 2015. O custo estimado do projeto é de R$ 2 bilhões.


Art. 6º Não serão de domínio da União, dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios as obras por eles simplesmente subvencionadas.)

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Matéria copiada do site do Governo do Estado de São Paulo 

http://www.saopaulo.sp.gov.br/acoesdegoverno/logistica-e-transportes/



"Desde o inicio deste blog muito ou quase tudo que foi feito de melhorias na cidade e estado de São Paulo foi ignorado por este autor nestes últimos 4 anos, entretanto, para fazer justiça , aqui fica um elogio significativo ao Governo do Estado de São Paulo deste cidadão que fez o blog justamente para cobrar , questionar e também elogiar . Este cidadão nunca viu neste pais  tantas obras de metro e trem simultâneas e de qualidade sendo feitas, parabéns Governo do Estado de São Paulo." Alexandre Trindade 

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Considerações sobre os corredores de ônibus em São Paulo . Como são e como deveriam ser .






"Sob o título acima, o jornal O Estado de São Paulo (13/02/13) fez importantes considerações acerca do transporte urbano de São Paulo, reconhecendo, de plano, que "São Paulo precisa, há muito, de um sistema como o BRT (Bus Rapid Transit), no qual ônibus de alta capacidade operem em faixas segregadas, tenham prioridade nos cruzamentos e sejam monitorados em tempo real por sistemas de rastreamento”.



O modelo de corredores de Curitiba começou a ser implantado no início da década de 1970, quando o prefeito da Cidade era o arquiteto Jaime Lerner, dentro de um plano moderno de urbanização que se estendeu por muitos anos, graças à continuidade administrativa assegurada, em grande parte, pelo próprio êxito do modelo de transportes. Mas, em época próxima, São Paulo preocupou-se com o mesmo problema, em escala maior, tendo produzido, em 1974, o chamado Plano SISTRAN, fruto de estudos da Prefeitura, administrada por Olavo Setubal, e da recém criada Região Metropolitana de São Paulo, institucionalizada por Paulo Egydio Martins. O primeiro passo para a implantação do plano de 280 km de corredores, com 1.580 tróleibus, dos quais 450 articulados, foi a criação da Diretoria de Tróleibus da CMTC, em 1977.

Curitiba deu total ênfase ao sistema viário, aproveitando a facilidade de uma ocupação do solo menos densa; São Paulo, além do seu empenho também em construir um sistema viário apropriado, dedicou-se muito à tecnologia dos veículos, adotando-os elétricos, como um importante passo para despoluir a cidade, mormente junto a corredores de tráfego intenso. Modernos ônibus elétricos foram projetados e construídos em São Paulo, tendo a Prefeitura adquirido 300 deles e construído um primeiro corredor, na avenida Paes de Barros, na Vila Prudente.

Na sequência, a CMTC estabeleceu convênio com a EMTU – Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos, que deveria, aos poucos, assumir todo o transporte público da Região Metropolitana, seguindo um plano de integração total. Como "holding” do sistema, a EMTU deteria progressivamente o controle acionário da Companhia do Metrô, como de fato ocorreu, o da CMTC e o da futura empresa ferroviária resultante da fusão do sistema de trens urbanos da FEPASA e da rede similar da EBTU – Empresa Brasileira de Trens Urbanos, incorporação essa que veio a constituir, mais tarde, a CPTM – Companhia Paulista de Trens Metropolitanos.

A primeira ação resultante do mencionado convênio da CMTC com a EMTU, antes da prevista fusão das empresas, foi a transferência dos projetos executivos de todos os 280 km de corredores para a empresa metropolitana, caminhando na direção da perfeita integração dos transportes. Entretanto, ocorreu a sucessão municipal, em 1979, e tudo mudou. A começar pela extinção da EMTU, destinada a ser o cérebro do sistema metropolitano dos transportes. Foi um desastre!

Dois corredores municipais, operados por tróleibus, ainda vieram a ser construídos: o da avenida Santo Amaro e o da Nova Cachoeirinha. Mas não se garantiu a adequada preservação das faixas. Nem mesmo a tração elétrica foi conservada, em favor do meio ambiente. Por isso se recomenda hoje copiar Bogotá...

Tem-se insistido, há anos, que os chamados corredores de ônibus guardem as seguintes características básicas:

a)emprego de veículos de tração silenciosa, não poluentes;

b)nenhum cruzamento com outros fluxos de deslocamento ou interferência de outros veículos no mesmo leito de tráfego;

c)possibilidade de formação de comboios;

d)elevada frequência de composições, o que depende de outros fatores abaixo mencionados;

e)possibilidade de cobrança externa aos veículos, permitindo a entrada e saída dos passageiros por todas as portas;

f)plataformas de embarque no nível do interior dos carros;

g)redundância em instalações, de forma a minimizar as possibilidades de interrupção do tráfego;

h)aceleração e velocidades elevadas, mas atendendo os níveis de conforto e segurança exigidos;

i)guiagem mecânica, magnética, ótica ou similar, permitindo uma operação segura, com velocidade e frequências elevadas.

Para simplificar os projetos, muitas cidades têm substituído os veículos de tração elétrica por outros movidos a combustíveis, o que, hoje, enseja a qualquer criança dissertar sobre os inconvenientes. No próprio projeto de Curitiba, de 50 anos, previu-se implantar, numa segunda fase, um sistema de bondes, assegurando um transporte não poluente e, talvez, com maior capacidade, o que atualmente se põe em dúvida. Eu mesmo fui convidado pelo prefeito Lerner para pensar no projeto, com uma solução atualizada e nacionalizada, como a que alcançamos com os tróleibus em São Paulo.

Hoje se pode dizer que a Região Metropolitana de São Paulo conta com modos de transportes dedicados a quatro categorias de capacidade:

1. Sistema metro-ferroviário – Para demandas acima de 50.000 passageiros por hora e por sentido.

2. Sistema de Média Capacidade – Corredores como o ABD (ligação São Paulo, São Bernardo, Diadema, de caráter metropolitano) e o Expresso Tiradentes (ex - fura fila), para 30.000 a 50.000 passageiros por hora e por sentido.

3. Sistema de Corredores Expressos formado pelos corredores restantes, cujas deficiências não lhes permite alcançar desempenho de média capacidade, não indo além de 20.000 passageiros por hora e por sentindo.

4. Sistema de Baixa Capacidade – Automóveis e ônibus disputando o mesmo espaço.


A convicção de que São Paulo necessitava de sistemas de transporte de capacidade intermediária entre os ferroviários e o resto, levou a Prefeitura Municipal, em continuação aos propósitos do Plano SISTRAN, a implantar um trecho experimental de um sistema de média capacidade, chamado de VLP – Veículo Leve Sobre Pneumáticos e idealizado para 150 km de extensão. Esse trecho experimental, que liga o Parque Dom Pedro II ao Sacomã e à Vila Prudente e hoje se chama Expresso Tiradentes, respeitou quase todos os requisitos do corredor, mas abandonou a tração elétrica, assim como a guiagem lateral, que dispensa o motorista de dirigir o tempo todo. Foi uma decisão na contramão dos mais recentes projetos mundiais, que ademais, levou a um grande desperdício dos equipamentos então adquiridos.

Mas não é por acaso que os dois corredores citados, ABD e Tiradentes, ocupam os dois primeiros lugares na preferência dos usuários, de transporte coletivos, superando hoje o Metrô nessa avaliação. Mas também não é por acaso que o chamado índice de passageiros por quilometro – IPK, que mede a demanda de passageiros em cada quilômetro percorrido no sistema, está acima do número 5, enquanto na média da cidade ele não chega a 2. Essa indicação é preciosa não só para aquilatar a qualidade do serviço oferecido, mas também para avaliar o retorno econômico, com o qual se custearão todos aqueles requisitos a adotar no projeto de um bom corredor. Assim, o corredor não encarece o transporte, mas lhe reduz os custos, apesar dos investimentos indispensáveis. Só assim poderemos criar na cidade um verdadeiro sistema de corredores, como, aliás, fora preconizado na lei 12.328 de 1997, que criara o Subsistema de Transporte de Média Capacidade, que permitiria identificar com precisão os verdadeiros corredores, evitando as improvisações que transformaram os atuais corredores em sistemas de baixa capacidade, poluentes e desconfortáveis."

Texto copiado do site da ANTP , portanto livre de direitos autorias , escrito por : Adriano Branco é ex-Secretário dos Transportes e da Habitação do Estado de São Paulo, eleito Engenheiro do Ano de 2008, Membro da Academia Nacional de Engenharia.

http://www.antp.org.br/website/noticias/ponto-de-vista/show.asp?npgCode=641955AA-5F00-4839-A757-BCCADA49D955


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Resta saber e torcer agora para que ao menos se consiga transformar os poucos corredores existentes  em SP em algo chamativo aos usuários de veículos , metro, trens , etc... Estou na torcida , pois se estrangulando aos usuários de veículos sem que estes tenham certeza da eficiência e qualidade dos ônibus estaremos alimentando o caos urbano na cidade de SP de uma forma ainda pior que tem ocorrido ao longo dos últimos anos. 

Autor : Alexandre Trindade


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Curitiba a cidade que tinha um sistema modelo de ônibus muda modal e percebe que está 15 anos atrasada no que tange a mobilidade urbana .


O Metrô Curitibano deverá sair do papel, uma vez que a cidade já conseguiu os recursos financeiros necessários para a construção da obra. Uma parceria entre Prefeitura, Governo Estadual, Parceria Público-Privada e empréstimos federais (PAC da Mobilidade) arrecadou R$2,25 bilhões.
A primeira linha do Metrô Curitibano será a Linha Azul, ligando a Cidade Industrial, no extremo sul, ao Centro. Toda linha metroviária será integrada com os ônibus da Rede de Transporte; incluindo a região metropolitana.
A Linha Azul terá uma extensão de 14,2 Km, divididos em 13 estações. A construção usará três sistemas construtivos: Elevado, Cut and Cover (túnel de média profundidade) e Túnel NATM (New Austrain Tunneling Method).
As canaletas de ônibus atuais serão transformadas em boulevards com calçadão, ciclovias, e paisagismo.
O projeto parece ser muito bom e beneficiará uma grande parte dos quase 2 milhões de curitibanos. A previsão de entrega é em 2016.
metrô curitiba linha azul 2016


metrô curitiba linha azul 2016

metrô curitiba linha azul 2016
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metrô curitiba linha azul 2016

metrô curitiba linha azul 2016




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O que mais chama a atenção nesta constatação é que a cidade de Curitiba possui uma população de 2 milhões de habitantes somente , ou seja 5 vezes menor que a cidade de São Paulo , que não possuiu um sistema de transporte de ônibus como o de Curitiba e ainda insiste e tomar medidas paleativas e que vão na contra mão de suas reais necessidades. O próximo post irá explicar como é o sistema de ônibus de Curitiba.

Autor:  Alexandre Trindade  


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Transporte de Ônibus em São Paulo

Cidade de São Paulo - área total : 1.509 km2
população : mais de 11 milhões
6 % da população brasileira
7 Milhões de veículos registrados
17.000 km de vias
900 novos veículos por dia
perdas relacionadas ao trânsito
congestionado : US$ 5 bilhões /ano
fonte : website - Prefeitura de São Paulo / São Paulo em movimento - 2008 e pesquisas na internet.






Clique na imagem para imprimir.

Sistema municipal de transporte coletivo por ônibus – SP Trans
ƒ* sistema dividido em 9 áreas
ƒ* 4.513 km de linhas
ƒ* 1.314 linhas de ônibus
ƒ* 14.965 ônibus
ƒ* idade média da frota : 
* 4,5 anos ( concessionárias )
* 3,9 anos ( permissionárias )
* 9 milhões de passageiros / dia útil

Veia abaixo os míseros ƒ115 km com 9 linhas de corredores de ônibus que não se encontram interligados.

Fonte CET SP


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Problemas fundamentais das linhas de ônibus e dos usuários :

1-) grande parte das linhas da cidade não dispõe de corredores em toda sua extensão o que prejudica sensivelmente o planejamento e gestão do sistema.
2-) das linhas de corredores existentes poucas são interligadas 
3-) Várias linhas por não serem segregadas são invadidas por automóveis dada a pequena quantidade de agentes e policias de trânsito para fiscalizar, praticamente a inexistência de equipamentos fotográficos de fiscalização e pior de tudo dada agrande quantidade de condutores que não se preocupam em ser autuados por motivos diversos.
4-) A quantidade ônibus é menor do que a quantidade de procura e espera dando-se a impressão que os corredores são calçadões e não corredores de ônibus.
5-) O tempo de embarque e desembarque acarreta uma demora na saída dos ônibus visto seu pagamento ter de ser feito na área interna .
6-) A lotação dos ônibus é quase sempre máxima nos horários de pico causando desconforto e desincentivo a seus usuários.
7-) Os deslocamentos são prejudicados muitas vezes por entrelaçamento veicular em cruzamentos saturados , por trechos de janelas providas pelo fim de trechos de corredores  diversos e por excessivo número de semáforos visto a maioria dos corredores ser no canteiro central .
8-) Em muitos setores de corredores circulam paralelamente micro ônibus fora dos corredores, popularmente chamados de lotações , fator este que passa a impressão que o corredor não é  muito bem aceito pelo usuário.
9-) O tempo de embarque e desembarque nos terminais é demorado devido a quantidade insuficiente de ônibus e de terminais de interligação na cidade como um todo.
10-) Grande parte dos ônibus apesar da melhora ainda são desconfortáveis, barulhentos, lotados e poluidores , fatores estes que não atraem aos usuários de veículos para uma migração para este modal de transporte.
11-) A imensa população de São Paulo e a necessidade de deslocamentos quase que simultâneos destes milhões da-se a impresão que por mais ônibus que se ponha nas ruas estes nunca darão conta da procura e necessidade por parte da população com qualidade.


Autor : Alexandre Trindade 


Esta imagem, texto e matéria é inelegível para ser protegida por direitos autorais (Copyrights), e, por conta disso, está em domínio público, já que possui apenas informações de propriedade comum, sem autoria delimitável embasado no artigo acima.



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quinta-feira, 28 de março de 2013

Como ficará após a restrição ?

Mapa 1 - Situação atual do trânsito antes da restrição veícular.




Mapa 2 - Mostra por onde será a rota dos automóveis após a restrição que será implantada pela Prefeitura de São Paulo, percebam como é a situação no mapa acima e formem suas próprias conclusões.






Quais serão os impactos e como ficará o desenho do mapa de lentidão após? Respondam vocês.


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quarta-feira, 27 de março de 2013

CET irá restringir circulação de veículos em Santo Amaro, região do Largo 13 de Maio a partir do dia 28.03.13 .


A mudança começa na sexta-feira (29/03) e visa melhorar o desempenho 
do transporte público
A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) vai adotar, à partir de sexta-feira (29/03), o programa de restrição à circulação de veículos na área do Largo 13 de Maio, em Santo Amaro. O tráfego, em determinadas vias e horários, fica permitido apenas a ônibus, táxis e motocicletas; e proibido aos demais veículos. A medida visa melhorar o desempenho do transporte coletivo na região.

Datas e Horários
A partir de sexta-feira  (29/03), sempre de segunda-feira a sábado, das 5h00 às 10h00 e das 16h00 às 20h00.
Alterações no Sistema Viário
Período da Manhã:

Vias com restrição à circulação de veículos (exceto ônibus, táxis e motocicletas), de segunda-feira a sábado das 5h00 às 10h00:
  • Alameda Santo Amaro, entre a Rua General Roberto Alves de Carvalho Filho e Largo 13 de Maio;
  • Rua Paulo Eiró, entre Alameda Santo Amaro e Avenida Padre José Maria;
  • Avenida Padre José Maria, entre Rua Barão do Rio Branco e Largo 13 de Maio;
  • Avenida Adolfo Pinheiro, entre Largo 13 de Maio e Rua Promotor Gabriel Nettuzzi Perez.


Caminhos Alternativos
 Período da Manhã:

  • Os veículos provenientes da Rua Barão do Rio Branco e da Avenida Padre José Maria deverão seguir pela Rua Barão do Rio Branco, virar à esquerda na Rua General Roberto Alves de Carvalho Filho, à direita na Rua Iguatinga, à esquerda na Rua João Alfredo, à esquerda na Rua Borba Gato, à direita na Rua Carlos Gomes, à esquerda na Rua Isabel Schmidt, à direita na Rua São Benedito e à esquerda na Rua Padre José de Anchieta até Avenida Adolfo Pinheiro.
  • Os veículos provenientes da Alameda Santo Amaro deverão virar à direita na Rua General Roberto Alves de Carvalho Filho, à direita na Rua Iguatinga, à esquerda na Rua João Alfredo, à esquerda na Rua Borba Gato, à direita na Rua Carlos Gomes, à esquerda na Rua Isabel Schmidt, à direita na Rua São Benedito e à esquerda na Rua Padre José de Anchieta até Avenida Adolfo Pinheiro.
  • Os veículos provenientes da Rua General Roberto Alves de Carvalho Filho, sentido bairro, deverão virar à esquerda na Rua Iguatinga, à esquerda na Rua João Alfredo, à esquerda na Rua Borba Gato, à direita na Rua Carlos Gomes, à esquerda na Rua Isabel Schmidt, à direita na Rua São Benedito e à esquerda na Rua Padre José de Anchieta até a Avenida Adolfo Pinheiro.



Click na foto para ve-la em tamanho maior 

 Esta rota alternativa será de 2,0 km.

Período da Tarde:


Via com restrição à circulação de veículos (exceto ônibus, taxis e motocicletas), de segunda-feira a sábado das 16h00 às 20h00:
  • Rua Barão do Rio Branco, entre Avenida Mário Lopes Leão e Avenida Padre José Maria


Caminhos Alternativos
 Período da Tarde:
 Os veículos provenientes da Rua Barão do Rio Branco e da Avenida Mário Lopes Leão deverão seguir pela Avenida Mário Lopes Leão, virar à esquerda na Rua Engenheiro Francisco Pitta Brito e à esquerda na  Avenida Padre José Maria.
  • Os veículos provenientes da Rua  Amador Bueno, sentido bairro, deverão seguir até virar à esquerda na Rua Engenheiro Francisco Pitta Brito e novamente à esquerda na Avenida Padre José Maria.
  • Os veículos provenientes da Rua Amador Bueno, sentido centro, deverão seguir até virar à esquerda na Rua Paulo Eiró, novamente à esquerda na Avenida Mário Lopes Leão, à esquerda na Rua Engenheiro Francisco Pitta Brito e à esquerda na  Avenida Padre José Maria. 



  •    Click na foto para ve-la em tamanho maior 

  • Esta rota alternativa será de 2,05 km .
Recomendações ao público
  • Respeite a sinalização;
  • Dê preferência ao uso de transporte público (Metrô, Ônibus e Táxi);
  • Se necessitar pedir informações, proceda de forma a não atrapalhar a fluidez do trânsito;
  • Não estacione em locais proibidos, frente a guias rebaixadas, em canteiros centrais, em fila dupla ou onde haja canalizações com cones e cavaletes;
  • Não embarque ou desembarque em fila dupla ou afastado da calçada;
  • Ao avistar a canalização de orientação na pista, reduza a velocidade dos veículos para maior segurança;
  • Caso não se dirija à região, busque utilizar vias alternativas, evitando passar nas imediações do evento.
A Engenharia de Campo da CET vai monitorar e orientar o tráfego na região, visando melhorar as condições de trânsito e preservar a segurança de pedestres e motoristas.
Para informações de trânsito, ligue 1188 - Fale com a CET. Atende 24 horas por dia para informações de trânsito, ocorrências, reclamações, remoções e sugestões. 

Texto copiado do site da CET , criação dos mapas e ilustração das placas feitas por este autor.


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